Vivemos um momento atual em que parecem faltar espaços de escuta sem julgamento. Há respostas prontas para quase tudo, além de explicações pseudo-teóricas a todo instante. Diante disso, o que fazer com o sofrimento que ainda não encontrou palavras para ser nomeado? A dor, seja ela qual for, precisa ser tratada como uma ferida que não se vê, apenas sente. E a análise é um processo em que cada ser pode se desconstruir, reconstruir, tantas vezes quanto forem necessárias, até encontrar outras formas de se relacionar consigo, com seus desejos e com a própria história.
Agende um horário comigo e inicie a sua travessia no divã psicanalítico.